Essa pessoa que reencontrei, ou que começei a conhecer, apesar de sempre termos estado próximos mas sermos apenas conhecidos, veio assim de supresa.
Não estava à espera de nada. Nem de amor, nem de carinho. Mas as coisas foram acontecendo. Fomo-nos encontrando com outros amigos, fomos falando cada vez mais. Até que aconteceu. Ficámos juntos. Ao início, sempre reticente, por ter medo de sofrer, por não me querer entregar a alguém assim do nada. Queria estar sozinha, para reflectir, para saber o que queria da vida. As minhas últimas experiências não tinham sido muito positivas. Mas vi tanta demonstração de carinho (sincero), tanto amor para dar, tanta ternura, que não resisti e deixei-me ir ao sabor da felicidade que estava a sentir. Ao início tinha medo que isto fosse apenas uma ilusão, nem conseguia acreditar bem no que estava a acontecer-me. Estava a ser bom demais para ser verdade. Parecia levitar num ar puro e limpo, onde apenas conseguir respirar o perfume do homem pelo qual estava a apaixonar-me.
Estava de novo apaixonada. Aos poucos, desta vez. Estava a tentar perceber o que eu sentia de facto. "Ele gosta de mim". Todos os dias ao acordar pensava nele e na vontade que tinha em o ver, em abraçá-lo, em beijá-lo. Aquele olhar triste cativou-me de uma maneira que eu não estava à espera. Era tão diferente da pessoa com quem tinha estado antes. Era tudo o que essa pessoa não me deu, talvez seja por isso que me deixei levar tão facilmente. Toda essa diferença fez-me apaixonar de novo, e entregar-me completamente. Dei o melhor de mim. Dei amor, dei carinho, dei paixão, dei o meu corpo.
Neste momento, estou só de novo. Durou 3 semanas. Estou na merda. Estou bem no fundo do poço. Ontém acordei com umas olheiras enormes e os olhos inchados de tanto ter chorado de noite. Adormeci chorando, engolindo a dor que sentia por tudo estar a terminar desta forma. Mais uma desilusão. Será que mereço? Será que sou uma pessoa má? Dou tudo o que posso dar. Dou o melhor e mais sincero de mim e recebo o vazio da solidão. Eu nem tinha pedido nada! Eu estava sozinha e estava a gostar. E ele apareceu e transformou tudo. E agora tou sózinha. De novo. Na fossa. E desta vez é diferente. Acho que já sentia amor por ele. Não era só paixão. O certo é que me sinto muito mal. Chorei tanto nessa noite. Tanto que mal conseguia respirar.
No dia seguinte estava tonta com tudo isso. Queria esquecer a minha dor, mas como era possível? Como podia eu esquecer tudo, se só me vem à cabeça todos os momentos bons que passámos? Como posso eu esquecer ou sentir-me bem, sabendo que isso acabou e não vai mais voltar a acontecer?
O fantasma da mulher que mais amou na vida voltou a assombrá-lo e de repente, estava comigo só pela metade. Gostava de estar comigo, mas esse sentimento era mais forte e arrasou-me tanto que neste momento, gostaria de que o que passámos nunca tivesse acontecido.
Neste momento, não sei se mude de atitude em relação às pessoas, e passe a tratar os homens como lixo e desprezo, ou se continuo a ser como sou, para depois sofrer e ficar na lama, com vontade de morrer e de partir tudo aquilo que me aparece pela frente. Não consigo ser racional com tamanha dor dentro do meu peito. Só tenho vontade de chorar. Chorar e fugir daqui.
A minha vontade era a de ir para o Aeroporto e fugir pra qualquer lado. Qualquer lado. Mas longe. Outras pessoas, outra língua, outro lugar. Qualquer coisa que me fizesse esquecer a dor que sinto. A dor da perda de alguém é maior que dor física.
Saturday, August 11, 2007
Friday, August 10, 2007
Novo recomeço, nova desilusão...
Há muito que não escrevo aqui nada...
O meu Príncipe transformado em "Sapo", foi há muito esquecido. No seu lugar, ficou um vazio, uma dor enorme, e um sentido de perda, vergonha, decepção, humilhação...mas tudo isto se transformou em nada. Neste momento, não sinto nada por ele para além de compaixão, amizade...compaixão, porque no fundo, ele é digno de pena.
Muitas outras coisas acontecerem entretanto. Conheci novas pessoas, perdi outras. As pessoas, as amizades, vão e vêm. Algumas vêm pra ficar mais tempo, outras, apenas por momentos. Mas tudo acontece por alguma razão, pelo menos, é o que tento acreditar.
O "Sapo" veio para me ensinar alguma coisa. Não confiar demasiado nas pessoas. Elas não são mesmo de confiança. Os homens então, é que nem pensar. Salvo alguns casos, alguns "milagres", todos eles pretendem tirar um pedaço de nós, para depois deitar tudo fora. Este fez-me muito feliz durante algumas semanas, mas sempre tive aquela sensação de que faltava qualquer coisa. Não estava a receber tudo aquilo a que tenho direito.
Depois desse idiota ter passado pela minha vida, conheci pessoas espectaculares. Outras menos.
Conheci um amigo espectacular que me estendeu a mão na altura em que mais precisava de amizade. Pena que ele more longe de mim. No primeiro encontro com ele, foi como se o conhecesse há anos. Ouve um clik tão forte que foi como se fosses apenas mais um encontro de amigos. Somos muito parecidos na forma de encarar o mundo, a vida...na última vez que vi o meu ex "principe encantado", este meu amigo esteve ao pé de mim e deu-me força. Sem ele não sei o que teria sido de mim.
Mostrou-me coisas lindas, e vivi momentos maravilhosos com ele. Pena que não o veja mais vezes.
Nesta nova fase da minha vida, tenho tambem me reencontrado com pessoas com as quais antigamente, nem falava muito, ou convivia. E isso tem-me feito bem. Uma dessas pessoas, fez-me sentir feliz de novo, mas durou pouco tempo.
Tudo começou com umas conversas e encontros quase casuais, que resultaram num encontro especial, num sitio especial...e assim nasceu mais um romance...
CONTINUA...
O meu Príncipe transformado em "Sapo", foi há muito esquecido. No seu lugar, ficou um vazio, uma dor enorme, e um sentido de perda, vergonha, decepção, humilhação...mas tudo isto se transformou em nada. Neste momento, não sinto nada por ele para além de compaixão, amizade...compaixão, porque no fundo, ele é digno de pena.
Muitas outras coisas acontecerem entretanto. Conheci novas pessoas, perdi outras. As pessoas, as amizades, vão e vêm. Algumas vêm pra ficar mais tempo, outras, apenas por momentos. Mas tudo acontece por alguma razão, pelo menos, é o que tento acreditar.
O "Sapo" veio para me ensinar alguma coisa. Não confiar demasiado nas pessoas. Elas não são mesmo de confiança. Os homens então, é que nem pensar. Salvo alguns casos, alguns "milagres", todos eles pretendem tirar um pedaço de nós, para depois deitar tudo fora. Este fez-me muito feliz durante algumas semanas, mas sempre tive aquela sensação de que faltava qualquer coisa. Não estava a receber tudo aquilo a que tenho direito.
Depois desse idiota ter passado pela minha vida, conheci pessoas espectaculares. Outras menos.
Conheci um amigo espectacular que me estendeu a mão na altura em que mais precisava de amizade. Pena que ele more longe de mim. No primeiro encontro com ele, foi como se o conhecesse há anos. Ouve um clik tão forte que foi como se fosses apenas mais um encontro de amigos. Somos muito parecidos na forma de encarar o mundo, a vida...na última vez que vi o meu ex "principe encantado", este meu amigo esteve ao pé de mim e deu-me força. Sem ele não sei o que teria sido de mim.
Mostrou-me coisas lindas, e vivi momentos maravilhosos com ele. Pena que não o veja mais vezes.
Nesta nova fase da minha vida, tenho tambem me reencontrado com pessoas com as quais antigamente, nem falava muito, ou convivia. E isso tem-me feito bem. Uma dessas pessoas, fez-me sentir feliz de novo, mas durou pouco tempo.
Tudo começou com umas conversas e encontros quase casuais, que resultaram num encontro especial, num sitio especial...e assim nasceu mais um romance...
CONTINUA...
Tuesday, June 12, 2007
Novos Horizontes
Se somos apenas amigos, sinto que é o melhor neste momento. Mas sinto também...um grande vazio. Ainda sinto uma grande paixão por ele. Não sei porquê. Sei que não é a pessoa certa para mim. Mas continuo a sentir falta dele. E é tão ridículo. É tão ridículo eu continuar assim. Mas passou mais, é óbvio. Não penso nele constantemente como antes mas...cada vez que penso nele, em "nós", sinto um aperto no estômago e uma imensa tristeza. Podia ser sido tão bom, tão perfeito, mas ele estragou tudo com a estupidez de quem quer o mundo inteiro nas mãos, mas não sabe por onde pegar primeiro. Ele quer o mundo, quer sentir que nada o impede de ter tudo ao seu alcance. Mas um dia ele vai sofrer, e vai perceber que é pequeno demais para ter o mundo inteiro nas mãos. Não há ninguém que seja grande ao ponto de conseguir esse feito. Ele não será decerto o primeiro.
Sinto que ele está a perder tanto da vida dele. Está a desperdiçar momentos preciosos em actividades nocturnas de "alto nível", quando há tanto para se descobrir de nós mesmos, de outras formas mais perfeitas. Cai na rotina de quem não quer rotina nenhuma.
Ver o Rio Tejo à noite revelou-se das actividades nocturnas mais enriquecedoras que tive nestes últimos tempos. Sentir o silêncio de Lisboa quando na realidade esta mexe e não dorme. Nunca tinha "dado" este tempo de mim, para apreciar tamanha beleza. E agradeço a quem me fez descobrir que a noite tem encantos magníficos para além das luzes da ribalta.
Tenho pena que o "outro" não se tenha dado nunca ao trabalho de sentir o que eu senti nessa noite, comigo, ou simplesmente só. Parado para pensar que nós não somos nada, muito menos donos da verdade e do mundo em que vivemos. Somos donos de um carro, de uma casa, de roupas, de uma conta no banco, mas não somos donos dos outros, nem do tempo, nem dos sentimentos de quem nos rodeia. O tempo passa e por vezes tarde demais descobrimos o que nos faltou ver, coisas por vezes tão simples que parecem inúteis, mas que são, na realidade, essenciais ao nosso equilíbrio interior.
Ver o mar e correr na praia. Sentir a água fria do mar a queimar a nossa pele. Beijar intensamente alguém e sentir a areia a colar-se ao nosso corpo.
Preparar uma supresa a alguém de quem gostamos. Não precisa de ser uma viagem ao Brasil. Basta ser um jantar à luz das velas. Basta ser uma flor. Basta ser...ADORO-TE MUITO. Basta aparecer quando a outra pessoa não está à espera. Basta por vezes...um telefonema a dizer que se tem saudades.
Basta ser-se genuíno com os outros e revelar sentimentos que podem parecer ridículos, mas que são tão importantes, tão ricos, tão...cheios de significado. Que nos fazem a nós, e a a quem os partilha, um pouco mais felizes...um pouco mais vivos...que nos fazem...gostar de viver.
Sinto que ele está a perder tanto da vida dele. Está a desperdiçar momentos preciosos em actividades nocturnas de "alto nível", quando há tanto para se descobrir de nós mesmos, de outras formas mais perfeitas. Cai na rotina de quem não quer rotina nenhuma.
Ver o Rio Tejo à noite revelou-se das actividades nocturnas mais enriquecedoras que tive nestes últimos tempos. Sentir o silêncio de Lisboa quando na realidade esta mexe e não dorme. Nunca tinha "dado" este tempo de mim, para apreciar tamanha beleza. E agradeço a quem me fez descobrir que a noite tem encantos magníficos para além das luzes da ribalta.
Tenho pena que o "outro" não se tenha dado nunca ao trabalho de sentir o que eu senti nessa noite, comigo, ou simplesmente só. Parado para pensar que nós não somos nada, muito menos donos da verdade e do mundo em que vivemos. Somos donos de um carro, de uma casa, de roupas, de uma conta no banco, mas não somos donos dos outros, nem do tempo, nem dos sentimentos de quem nos rodeia. O tempo passa e por vezes tarde demais descobrimos o que nos faltou ver, coisas por vezes tão simples que parecem inúteis, mas que são, na realidade, essenciais ao nosso equilíbrio interior.
Ver o mar e correr na praia. Sentir a água fria do mar a queimar a nossa pele. Beijar intensamente alguém e sentir a areia a colar-se ao nosso corpo.
Preparar uma supresa a alguém de quem gostamos. Não precisa de ser uma viagem ao Brasil. Basta ser um jantar à luz das velas. Basta ser uma flor. Basta ser...ADORO-TE MUITO. Basta aparecer quando a outra pessoa não está à espera. Basta por vezes...um telefonema a dizer que se tem saudades.
Basta ser-se genuíno com os outros e revelar sentimentos que podem parecer ridículos, mas que são tão importantes, tão ricos, tão...cheios de significado. Que nos fazem a nós, e a a quem os partilha, um pouco mais felizes...um pouco mais vivos...que nos fazem...gostar de viver.
Sunday, May 20, 2007
É oficial: DESISTO
Já o devia ter feito, mas como dizem, a esperança é a última a morrer: desisto.
Não adianta lutar por algo que não tem fundamento nem pernas pra andar. São precisas duas pessoas numa relação, e eu não posso ter dois papéis...o meu e o dele.
Não vou esperar por ele, não vou esperar uma resposta, uma luz, nada! Se ele chegar tarde demais, será tarde...para ele...não vou esperar por uma pessoa que não quer saber como, onde, e com quem estou. Não vou esperar para depois vê-lo, quem sabe, com outra pessoa.
"Qual é, brother??" Nunca fui de dar mole para os homens, porquê que com ele tem de ser diferente? Porque estou mesmo muito apaixonada? Isso passa, tenho a certeza que passa.
Quero sentir que ele sente a minha falta, e se não sentir, ele é que vai perder, porque vai estar a desperdiçar a oportunidade de estar numa relação onde alguém (que sou eu mesma) não está minimamente interessada nos bens materiais (os bens dele). Só estou interessada NELE, como pessoa. Não quero saber se tem muito ou pouco, não estou nem aí. Eu só quero saber do que EU tenho, materialmente. Estou a construir a minha vida, não quero começá-la com o pensamento naquilo que os OUTROS têm. Isso não é vida, seria escravidão.
Eu sou genuína, e nunca minto em relação ao que penso e sinto. Desde o início nunca lhe menti. Para quê? Não há necessidade de me dar a conhecer com base em mentiras. Isso não me levaria a lado nenhum. Eu sou EU, sou uma pessoa que adora as coisas simples da vida. Não posso passar sem isso. E no fundo, apesar de ter os meus dias difíceis, sei que sou especial por isso. Sei que sou diferente de qualquer uma que ele venha a conhecer, porque gosto dele pelo o que ele É.
Não adianta lutar por algo que não tem fundamento nem pernas pra andar. São precisas duas pessoas numa relação, e eu não posso ter dois papéis...o meu e o dele.
Não vou esperar por ele, não vou esperar uma resposta, uma luz, nada! Se ele chegar tarde demais, será tarde...para ele...não vou esperar por uma pessoa que não quer saber como, onde, e com quem estou. Não vou esperar para depois vê-lo, quem sabe, com outra pessoa.
"Qual é, brother??" Nunca fui de dar mole para os homens, porquê que com ele tem de ser diferente? Porque estou mesmo muito apaixonada? Isso passa, tenho a certeza que passa.
Quero sentir que ele sente a minha falta, e se não sentir, ele é que vai perder, porque vai estar a desperdiçar a oportunidade de estar numa relação onde alguém (que sou eu mesma) não está minimamente interessada nos bens materiais (os bens dele). Só estou interessada NELE, como pessoa. Não quero saber se tem muito ou pouco, não estou nem aí. Eu só quero saber do que EU tenho, materialmente. Estou a construir a minha vida, não quero começá-la com o pensamento naquilo que os OUTROS têm. Isso não é vida, seria escravidão.
Eu sou genuína, e nunca minto em relação ao que penso e sinto. Desde o início nunca lhe menti. Para quê? Não há necessidade de me dar a conhecer com base em mentiras. Isso não me levaria a lado nenhum. Eu sou EU, sou uma pessoa que adora as coisas simples da vida. Não posso passar sem isso. E no fundo, apesar de ter os meus dias difíceis, sei que sou especial por isso. Sei que sou diferente de qualquer uma que ele venha a conhecer, porque gosto dele pelo o que ele É.
Thursday, May 17, 2007
Vicio
Talvez esteja viciada em estar apaixonada...talvez seja isso. Talvez eu seja demasiado impulsiva. talvez seja pouco racional. Talvez seja simplesmente imatura ou pouco conscicente. Mas eu sou assim. Queria mudar mas não sei ser de outra maneira.
O meu signo deve ser o pior do zodiaco. Leva-me a apaixonar-me profundamente e a confiar nas pessoas em demasia...leva-me a sofrer estupidamente por coisas que não deviam ter tanta importância assim...
"O que interessa é quando estamos juntos". É verdade, mas depois quando não estamos? A minha mente leva-me a ter pensamentos pouco animadores, de solidão e falta de esperança em relação a esta relação...
Talvez eu exiga demais das pessoas, ou as pessoas exigem de menos de mim? Queria poder ler a sua mente, entrar no pensamento dele e saber exactamente todos os pormenores que me estão a escapar. Já vivemos momentos espactaculares. Mas serão apenas momentos, minutos, horas?...Será que devo pensar que cada "momento" pode ser o último? Pois eu não quero que seja o último, quero que se repitam!!
O meu signo deve ser o pior do zodiaco. Leva-me a apaixonar-me profundamente e a confiar nas pessoas em demasia...leva-me a sofrer estupidamente por coisas que não deviam ter tanta importância assim...
"O que interessa é quando estamos juntos". É verdade, mas depois quando não estamos? A minha mente leva-me a ter pensamentos pouco animadores, de solidão e falta de esperança em relação a esta relação...
Talvez eu exiga demais das pessoas, ou as pessoas exigem de menos de mim? Queria poder ler a sua mente, entrar no pensamento dele e saber exactamente todos os pormenores que me estão a escapar. Já vivemos momentos espactaculares. Mas serão apenas momentos, minutos, horas?...Será que devo pensar que cada "momento" pode ser o último? Pois eu não quero que seja o último, quero que se repitam!!
Monday, April 30, 2007
Que neura!!
Quando as pessoas estão com a neura, não há quem as aguente....está em casa sózinho. Está com a neura. Não quer estar sózinho, mas não quer sair. Ai, que raiva...porque tem de ser assim? Porque não diz as coisas directamente?? VEM TER COMIGO! É assim tão difícil??
Não há pachorra...agora está cada um em sua casa...não é normal...
Em resposta ao Nuno, que foi tão querido em ter deixado um comentário, só posso dizer: Os homens são realmente bichinhos estranhos de entender (ehehehe)...ainda falam das mulheres!!? :-D Como é que um homem pode gostar de uma mulher e estar num silêncio destes? Ou trocar a companhia de uma mulher por um jogo de futebol? Ou não a convidar para sair, ou para passear? Será que estamos realmente a viver num tempo em que as mulheres têm de tomar a iniciativa para tudo? Ou é realmente um sinal de que algo está mal?
Juntos, parece tudo óptimo! Separados, estamos feitos estranhos, parvos, quando podíamos estar juntos e aproveitar...ai, ai...homens....!! Nem um telefonema....
Não há pachorra...agora está cada um em sua casa...não é normal...
Em resposta ao Nuno, que foi tão querido em ter deixado um comentário, só posso dizer: Os homens são realmente bichinhos estranhos de entender (ehehehe)...ainda falam das mulheres!!? :-D Como é que um homem pode gostar de uma mulher e estar num silêncio destes? Ou trocar a companhia de uma mulher por um jogo de futebol? Ou não a convidar para sair, ou para passear? Será que estamos realmente a viver num tempo em que as mulheres têm de tomar a iniciativa para tudo? Ou é realmente um sinal de que algo está mal?
Juntos, parece tudo óptimo! Separados, estamos feitos estranhos, parvos, quando podíamos estar juntos e aproveitar...ai, ai...homens....!! Nem um telefonema....
Saturday, April 28, 2007
Mais um fim de semana...
É mais um fim de semana, mais um sábado...e mais uns dias sem saber nada dele. Ele não me liga, e eu não lhe ligo...estou à espera de um sinal...
Há quem diga que o que interessa são os momentos em que duas pessoas estão juntas, e não os dias em que estão separados...(??)...mas isso agora não me diz muito. Se as saudades apertassem, já me tinha dito qq coisa...ou não? :( Ou serei eu demasiado impulsiva?
Estou a começar uma nova vida, mas estou a viver no mesmo sítio, e a trabalhar num sítio que me deixa presa, que me tira a liberdade à qual estou habituada. Queria fugir daqui, ir para outro lugar, onde pudesse realmente começar a descobrir o que quero da minha vida e a conhecer pessoas novas. Queria estar no meio de outra cultura, outros hábitos, outras paisagens...
Há quem diga que o que interessa são os momentos em que duas pessoas estão juntas, e não os dias em que estão separados...(??)...mas isso agora não me diz muito. Se as saudades apertassem, já me tinha dito qq coisa...ou não? :( Ou serei eu demasiado impulsiva?
Estou a começar uma nova vida, mas estou a viver no mesmo sítio, e a trabalhar num sítio que me deixa presa, que me tira a liberdade à qual estou habituada. Queria fugir daqui, ir para outro lugar, onde pudesse realmente começar a descobrir o que quero da minha vida e a conhecer pessoas novas. Queria estar no meio de outra cultura, outros hábitos, outras paisagens...
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